Em abril estendemos a divulgação do estudo sobre as melhores profissões dos EUA em 2012 (www.careercast.com/jobs-rated/2012-ranking-200-jobs-best-worst). A listagem, baseada em critérios como o contexto de trabalho, salário e perspetivas de emprego, era encabeçada por uma engenharia.
Em junho recordamos o artigo do Diário Económico que veio realçar uma ideia, já de si forte: a engenharia, inovação e tecnologia são um motor económico, apoiando as saídas profissionais com mais futuro.
Agora, recuperamos os dados publicados na página da Direção Geral do Ensino Superior (www.dges.mctes.pt) referentes à empregabilidade dos cursos a nível nacional. Os números parecem querer confirmar a tendência para uma elevada procura das licenciaturas associados à engenharia, tecnologia e inovação. Num momento em que o país apresenta dados próximos dos 85%, os diplomados ISEP encontram-se 9 pontos acima da média nacional.
O Instituto Superior de Engenharia do Porto revê o ensino superior público como um instrumento indispensável a criação e partilha de saberes; um contributo fundamental para a contínua qualificação e valorização pessoal e profissional; um apoio crucial à edificação de organizações modernas e competitivas e de sociedades abertas, participativas, inclusivas e equitativas. A empregabilidade de um curso é apenas uma variável em consideração na altura de candidatura ao ensino superior. Contudo, realçando uma empregabilidade combinada de 94%, o ISEP leciona 11 soluções com presente e futuro.